come cover me

outubro 19th, 2011 § Deixe um comentário

Come cover me with you
For the thrill
Till you will take me in
Come comfort me in you
Young love must
Live twice only for us
For me
For you
Time devours passion`s beauty
With me
With you
In war for the love of you

Estações

outubro 19th, 2011 § Deixe um comentário

Quero lhe dar amor, literatura doce, porque o amo, porque sou assim e você me aspira. Entre nós existem jardins intricados, não hostis como labirinto de fauno – de iguais paredes de uma proporção ilusória da mais  triste, porque é uma busca aprisionada – mas repletos de flores , cores sob o excesso do dia, e perfume encantador sob os ares da noite, você me inspira.

Ao Sul Que Me Norteia

abril 14th, 2011 § Deixe um comentário

O quão afins são nossas almas, amado, ah!
Não me importa trabalhosa fosse à labuta desse sobreviver
Se na noite me revigoro ao ter você.
Se perdida eu,
seu perfume exala ao Sul, me norteia, me chama
Acalentas minha inquietante jornada,
ao ter-me, me inflama.
Por que sinto seu gosto,
cada vez mais que antes, muitas vezes, muito além
Do licor que aqueles podem ver, mas não têm!
Vocé, é um sabor que não apenas me alegra o gosto
satifaz não somente as minhas relevantes partes,

 Você  agracia o meu todo.

chá da tarde

janeiro 10th, 2011 § Deixe um comentário

Tentei ser aquela

mas a vida … esta sim, é  reveladora

letrinhas  de cardápio não sustem valores

 

Sabor caro, de um prato ao molho quimeras,

acompanhamento atroz , querelas encantadoras

caldos doce e quente borbulham

 

Quem não é louco de si

valha a troca

discussões ataduras

 

Fabulosa refeição!

por fim, o chá.

Felicidade

dezembro 23rd, 2010 § Deixe um comentário

Alguém, vem..

Feito sorrateiro, vento

Felicidade, um bem

 

Diz-me, curar-me, poética

Memórias, duros lábios,  ressalvas

Da  exaustão, dialética

 

Faz-me descansar, continuidades

naqueles gramados verdejantes

Quando através do céu, vê-se o mar

 

Ninguém, além do amor

Antídoto, esquecimento da dor

Faz-me tão feliz

Como antes

dezembro 1st, 2010 § Deixe um comentário

 

É o meu cinza
Sobre, ao qual, sorrateiro
Essencial que é
Sustem-me, caminhar
Meu chão de pedra

Admito

Ao exercício do dia, fitar jardins
Labutas de profundas calmarias
Disparates meus,
Um rebelar delicioso alenta
Saudades
Aqueles sonhos, trilhas, preciosa sinfonia

Fomenta pão, paródias
Ter o que salvaguardar, memórias
A alegria que o meu teto alimenta

Pelo porvir que se tem
Inconsciente e realista, noite
Ao dia, convicta é sonhar desperta

Por intitular I

novembro 29th, 2010 § Deixe um comentário

É o meu cinza
Sobre, ao qual, sorrateiro
Essencial que é
Sustem-me, caminhar
Meu chão de pedra

leitura romanceada

agosto 19th, 2010 § Deixe um comentário

Assim escrevera o poeta, romanceando  o momento, e, enquanto o fazia tinha seus olhos cobertos por um manto de lágrimas tão transparentes e preciosas como as águas que deitadas corriam sobre aqueles solos da mais elevada altitude das terras fluminenses, parte de si.

Sua voz traspassou seu tempo e sobrevoou, feito um pássaro errante de mais belo canto, versejou por todos os vales, planícies, planaltos ou  cumes das mais altas montanhas de norte a sul, na vastidão das terras  da Pátria Amada.

Não importasse, para ele, em quais margens da fronteira pudesse se encontrar, que seu canto sempre seria feliz enquanto escutava o pulsar do coração de sua Pátria-Mãe, Terra Adorada.

Abstração

agosto 17th, 2010 § Deixe um comentário

Dá-se o que não se sabe
Tem-se o que não se ver
Infantis, dúbios, escassos
Pura abstração, vai se crer
Vá ao ter

Trêmulas nuas hastes
Render-se a aquém
Nebulosas falas um raiar
Solidez, lúdicos disparates!
Vá ao ter

Tramas, pontos de cor em retina
De um olho que deseja conhecer
Ver festejos explodir  luzes em neblina
Celebrando-te até o  amanhecer

fim de tarde

agosto 14th, 2010 § Deixe um comentário

Viram os bosques
Nas pradarias borboletas e florzinhas
Sorrateira minha voz preguiçosa
Feito vento levando folhinhas

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